ALETHÉIA
Viver a vida no mínimo e no máximo que ela se apresenta é o que coloca o ser da linguagem em sua ambiguidade essencial. É isso que viabiliza as interrogações no vácuo da metafísica.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
UM RASGO NA NOITE
Pensei que eu havia entrado em um túnel bastante escuro.
Só olhei para a frente, para trás, para os lados e para o chão onde pisava. Se tivesse olhado para cima e visto o céu estrelado, tinha percebido que era noite e o pesadelo não tinha continuado.
Do texto em construção “EM ESTADO DE ILUSÃO”.
Salete Cardozo Cochinsky em 30 de maio de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
SOBRE O VERBO AMAR
Imagem da web
“O mar é uma imagem sensível, e o amor próprio encontra no contínuo fluxo e refluxo de suas ondas uma fiel expressão de sucessão turbulenta de seus pensamentos e de seus eternos movimentos.” François, Duque de La Rochefoucauld, citação de Jean Lefranc no Livro Compreender Nietzsche “O amor não é apenas para servir, mas também para ser servido.”
Por: Salete Cardozo Cochinsky
Chorar, emitir sons é comunicar.
Nosso primordial surge sem pensar.
O tempo, hora ensina, hora faz desaprender
As mais genuínas amostras de ser-viver.
O amor, não se engane, nasce do desejo.
Do medo da morte, enquanto dependente
E se a vida segue, as regras vão surgindo
Da sobrevivência, querer e ser querido.
Não se desiluda pratique sem medo,
O verbo amar, há que desarmar
A pose, o ciume, o controle em vão.
É na liberdade que se encontra o pão.
Porto Alegre, abril de 2012.
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razão
domingo, 29 de janeiro de 2012
NO DESLIZE
Imagem web: Inscrito de Admin
De um jeito ou de outro
o sujeito interage.
Imperfeito é o oculto
mesmo no tumulto,
no enunciado encontra-se
ao deslizar, revelar.
Por: Salete Cardozo Cochinsky - verão de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
INDICATIVOS
Foto: Terra pó II de Paulo Cesar no site Olhares.com
Dust in the Wind da Banda Americana Kansas interpretação de Paula Fernandes
Tradução para o português
Poeira No Vento
Eu fecho meus olhos apenas por um momento
E o momento se foi
Todos os meus sonhos
passa diante dos olhos uma curiosidade
Poeira no vento
Tudo que eles são é poeira no vento
A mesma velha música
Apenas uma gota de água
Em um mar interminável (infinito)
Tudo o que fazemos destroçando(esmigalhando) ao solo [cai em pedaços]
Embora nós nos recusamos a ver
Poeira no vento
Todos nós somos é poeira ao vento, ohh
Agora, não "espere ai!" / não desperdice o minuto
Nada dura para sempre
Apenas o céu e a terra..
Isso vai embora
E todo o seu dinheiro
Não comprará outro minuto
Poeira no vento
Tudo que somos é poeira no vento
Poeira no vento
Tudo é poeira no vento
o vento.
E assim continuo:
"O vento assim como o tempo
São os elementos
Que permitem o movimento
De revolução...
... e construção. "
Prosseguimos.
Salete Cardozo Cochinsky - 02 de janeiro de 2012
Dust in the Wind da Banda Americana Kansas interpretação de Paula Fernandes
Tradução para o português
Poeira No Vento
Eu fecho meus olhos apenas por um momento
E o momento se foi
Todos os meus sonhos
passa diante dos olhos uma curiosidade
Poeira no vento
Tudo que eles são é poeira no vento
A mesma velha música
Apenas uma gota de água
Em um mar interminável (infinito)
Tudo o que fazemos destroçando(esmigalhando) ao solo [cai em pedaços]
Embora nós nos recusamos a ver
Poeira no vento
Todos nós somos é poeira ao vento, ohh
Agora, não "espere ai!" / não desperdice o minuto
Nada dura para sempre
Apenas o céu e a terra..
Isso vai embora
E todo o seu dinheiro
Não comprará outro minuto
Poeira no vento
Tudo que somos é poeira no vento
Poeira no vento
Tudo é poeira no vento
o vento.
E assim continuo:
"O vento assim como o tempo
São os elementos
Que permitem o movimento
De revolução...
... e construção. "
Prosseguimos.
Salete Cardozo Cochinsky - 02 de janeiro de 2012
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Prosseguir; arte; de todos; indicativo; música;
terça-feira, 22 de novembro de 2011
EM ALETHÉIA
IMAGEM DA WEB
Quantas vezes escrevi,
Postei em Blog, não salvei
E o site se extinguiu.
Não imprimi.
Idéias, pensamentos perdidos
Ou outra vez reprimidos?
Do que falamos, formulamos
Expressados nos lampejos
Da lucidez dos afetos.
Sei de minha, tua, nossa existência
Velados e desvelados
Impérios de mistérios
Que quando menos esperamos
Afloram e enunciam
Consistência do a-de-ser.
Meias palavras, verdades em construção
Também andam na contramão
Do que buscamos desvendar
Por vezes longe de seu lugar
O importante é não parar
Nem um encontro é inútil
Existir é re-invetar.
Da paixão que somos prisioneiros
Do amor que nos toma por inteiros
Abstraímos a cada dia
A acolhida assumida
Do fazer acontecer
Desvelando sem temer
Isso que podemos ser
Para valer!
Por Salete Cardozo Cochinsky em 22 de novembro de 2011
Quantas vezes escrevi,
Postei em Blog, não salvei
E o site se extinguiu.
Não imprimi.
Idéias, pensamentos perdidos
Ou outra vez reprimidos?
Do que falamos, formulamos
Expressados nos lampejos
Da lucidez dos afetos.
Sei de minha, tua, nossa existência
Velados e desvelados
Impérios de mistérios
Que quando menos esperamos
Afloram e enunciam
Consistência do a-de-ser.
Meias palavras, verdades em construção
Também andam na contramão
Do que buscamos desvendar
Por vezes longe de seu lugar
O importante é não parar
Nem um encontro é inútil
Existir é re-invetar.
Da paixão que somos prisioneiros
Do amor que nos toma por inteiros
Abstraímos a cada dia
A acolhida assumida
Do fazer acontecer
Desvelando sem temer
Isso que podemos ser
Para valer!
Por Salete Cardozo Cochinsky em 22 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
GOTAS EM CENA
Imagem uol - foto de silueta de atores em cena na China
Quando a cortina se abrir
sabemos que vão surgir,
num espaço interativo.
inscrições de vida.
Páginas escritas,
escrituras da existência
insistência em construir,
e unir.
Com outros em campo aberto
Me desperto me alerto
Da hora de entrada em cena
Ainda pequena.
Vem a luz, esvai-se o escuro
E o jogo de corres esconde
Ilumina e determina
A cena que outros vão ver.
Do interlúdio transitório
Para além do ilusório
Elos se fazem nascer
Salete Cardozo Cochinsky, outubro 2011
Quando a cortina se abrir
sabemos que vão surgir,
num espaço interativo.
inscrições de vida.
Páginas escritas,
escrituras da existência
insistência em construir,
e unir.
Com outros em campo aberto
Me desperto me alerto
Da hora de entrada em cena
Ainda pequena.
Vem a luz, esvai-se o escuro
E o jogo de corres esconde
Ilumina e determina
A cena que outros vão ver.
Do interlúdio transitório
Para além do ilusório
Elos se fazem nascer
Salete Cardozo Cochinsky, outubro 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
AMOR IN-VERSOS
De carinhos e carícias o desejo se alimenta,
Mas também desse perfume trazido pela grandeza
Dessa gentil natureza e seus odores,
Trazem a tona com as flores de laranjeiras,
De pessegueiros e romãzeiras
As mais perfumadas lembranças que alimentam
Os ciclos naturais de vida agraciada.
O amor é um tecido a ser acrescido
Com elementos nem sempre tão conhecidos.
A cada dia, desde a aurora a até a próxima,
Pois quando o sono nos acolhe traz consigo
Mais elementos, formas, são provimentos.
Se abrirmos as portas, janelas entram e saem por elas,
Nossos afetos que encontrarão não só insetos,
Mas um infinito canto que embala e convida
Viver a vida enquanto ela oferece
Todas as formas de amores irracionais,
Dos quais seletos, na percepção da emoção
Que vem de outras, naturezas concebidas.
Todas as fotos feitas pela autora em Porto Alegre-RS, Brasil
Por Salete Cardozo Cochinsky - final do inverno de 2011
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